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Digital Preservation and the LLILAS Benson Post-Custodial team

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In honor of World Digital Preservation Day, members of the University of Texas Libraries’ Digital Preservation team have written a series of blog posts to highlight preservation activities at UT Austin, and to explain why the stakes are so high in our ever-changing digital and technological landscape. This post is part four in a series of five. Read part one, part two, and part three.

By DAVID BLISS (@davidallynbliss), Digital Processing Archivist, LLILAS Benson Latin American Studies and Collections @llilasbenson

Over the past decade, LLILAS Benson has undertaken post-custodial archival projects in collaboration with partners throughout Latin America and beyond. Post-custodial archival practice encompasses a range of theory and methodology, built on the premise that digital technologies make it possible for collecting institutions like LLILAS Benson to provide access to archival collections from Latin America without taking physical custody or removing them from their original contexts of creation and use.

The Fondo Real de Cholula digitalization team in Puebla, Mexico. The team creates checksums for all files before sending them to the Benson for processing and preservation.

Through these post-custodial projects, LLILAS Benson staff and partner repository staff work together closely to identify collections of interest, select appropriate digitization equipment, and build metadata collection strategies. The materials are then digitized and described on-site in Latin America by partner repository staff. The digitized collections are then transferred to LLILAS Benson, where they are processed, preserved, and in most cases published online. Because the original collections are often vulnerable or sensitive, frequently touching on delicate human rights issues, long-term preservation of their digital copies is especially important to LLILAS Benson staff and partners in Latin America.

A digital photo of a 1607 document from the Fondo Real de Cholula collection. Digital preservation begins the moment each photo in the collection is taken, to protect the integrity of the digital collection.

In recent years, the LLILAS Benson team has integrated file fixity checks in all post-custodial projects. When launching a project at a partner site, LLILAS Benson staff now teach project team members the basic principles of digital preservation and the importance of fixity checks, which verify that files have not been altered or corrupted over time. The project teams are taught to create and verify checksums prior to transferring a batch of files to LLILAS Benson, using free software available in Spanish or Portuguese.

David Bliss and Dylan Joy, of LLILAS Benson, join scholars, government officials, and others at the Archivo Judicial del Estado de Puebla for the launch of the Fondo Real de Cholula digital preservation project. Photo: Revista el Arca de Noé, June 26, 2018.

These checksums now accompany all file deliveries from project sites, and help the LLILAS Benson team identify corrupted or missing files immediately. These checksums speed LLILAS Benson’s processing and preservation work, allowing the files to be published online and preserved long-term more easily. The checksum workflow also encourages each partner to include fixity checks in any future digitization projects they undertake, thus contributing to the partners’ own digital preservation capacity.

Equipo poscustodial LLILAS Benson

Traducido por Jennifer Isasi (@jenniferisve)

@llilasbenson

Durante la última década, LLILAS Benson ha emprendido proyectos de archivo de tipo poscustodial junto con socios a lo largo de América Latina. La práctica de archivo poscustodial abarca una serie de teorías y metodologías basadas en la premisa de que las tecnologías digitales hacen posible que las instituciones colectoras como LLILAS Benson provean acceso a las colecciones de archivos de Latinoamérica sin su custodia física o su eliminación del contexto original de su creación y uso.

A través de estos proyectos poscustodiales el personal de LLILAS Benson y sus colaboradores trabajan en estrecha colaboración para identificar colecciones de interés, seleccionar el equipo de digitalización adecuado y desarrollar estrategias de curaduría de metadatos. Los materiales son digitalizados y descritos en Latinoamérica por parte del personal de cada archivo para luego ser transferidos al equipo LLILAS Benson, quien procesa, preserva y publica los materiales en la mayoría de los casos. Debido a que las colecciones originales son a menudo vulnerables o con contenido delicado, y frecuentemente tocan temas relacionados con derechos humanos, la preservación a largo plazo de sus copias digitales es especialmente importante para el personal y los socios de LLILAS Benson en América Latina.

El equipo de digitalización del Fondo Real de Cholula, en Puebla, Mexico. El equipo crea sumas de verificación para todos los archivos antes de enviarlos a la Benson para su procesamiento y preservación.

En años recientes, LLILAS Benson ha añadido verificaciones de permanencia de archivos en los proyectos poscustodiales en curso. Con el inicio de cada proyecto en el archivo de los colaboradores, el personal de LLILAS Benson enseña a cada equipo los principios básicos de preservación digital y la importancia de añadir verificaciones de permanencia, que verifican que los archivos no han sido alterados o dañados con el tiempo. Los equipos de los proyectos aprenden a crear y verificar sumas de verificación usando programas gratuitos en español o portugués antes de transferir un conjunto de archivos a LLILAS Benson.

Una foto digital de un documento de 1607 del Fondo Real de Cholula. La preservación digital comienza en el momento en que se toma una foto, para proteger la integridad de la colección digital.

Estas sumas de verificación ahora acompañan todas las entregas de archivos desde el lugar de los proyectos de digitalización y ayudan al equipo de LLILAS Benson a identificar archivos dañados o faltantes de inmediato. Esto acelera las tareas locales de procesamiento y preservación en LLILAS Benson y anima a cada colaborador a incluir controles de verificación en cualquier otro proyecto que puedan emprender en el futuro. Esto a su vez contribuye a la capacidad de preservación digital propia de los colaboradores.

David Bliss y Dylan Joy, de LLILAS Benson, en el Archivo Judicial del Estado de Puebla para el lanzamiento del proyecto de preservación digital del Fondo Real de Cholula. Foto: Revista el Arca de Noé, 26 de junio de 2018.

Equipe pós-custodial da LLILAS Benson

Traduzido por Tereza Braga

@llilasbenson

Durante a última década, a LLILAS Benson empreendeu alguns projetos arquivísticos pós-custodiais, em colaboração com entidades parceiras espalhadas pela América Latina e outros lugares. A prática arquivística pós-custodial engloba uma gama de teorias e metodologias assentadas na premissa de que as tecnologias digitais possibilitam a instituições recolhedoras de coleções, como a LLILAS Benson, disponibilizar o acesso a coleções arquivísticas latino-americanas sem necessidade de obter custódia física ou a remoção das mesmas de seus contextos originais de criação e de uso.

Equipe do projeto de digitalização do Fondo Real de Cholula em Puebla, México. A equipe cria checksums para todos os arquivos antes de enviá-los para a Benson para processamento e preservação.

Por meio desses projetos pós-custodiais, as equipes de profissionais da LLILAS Benson e dos repositórios parceiros trabalham em contato estreito para identificar coleções de interesse, selecionar o equipamento de digitalização adequado e criar estratégias de coleta de metadados. O material é então digitalizado e descrito pela equipe de repositório da entidade parceira em cada local específico da América Latina. Em seguida, as coleções digitalizadas são transferidas para a LLILAS Bensonm onde são processadas, preservadas e, na maioria dos casos, publicadas online. Devido ao fato de muitas coleções originais serem vulneráveis ou sensitivas por causa de referências frequentes a questões delicadas de direitos humanos, a preservação a longo prazo de cópias digitais é especialmente importante para a equipe da LLILAS Benson e entidades parceiras na América Latina.

Uma foto digital de um documento de 1607 da coleção Fondo Real de Cholula. A preservação digital começa no momento em que cada foto da coleção é tirada, para proteger a integridade da coleção digital.

Em anos recentes, os profissionais da LLILAS Benson vêm integrando verificações de fixidez de arquivos em todos os projetos pós-custodiais. Agora, ao lançar um projeto em local parceiro, a equipe ensina às equipes do projeto os princípios básicos da preservação digital e a importância das verificações de fixidez para constatar se os arquivos não foram alterados ou corrompidos ao longo do tempo. As equipes de projeto aprendem a criar e verificar as checksums (somas de verificação) antes de transferir qualquer lote de arquivos para a LLILAS Benson, usando software gratuito disponível em espanhol e português.

David Bliss e Dylan Joy, da LLILAS Benson, no Arquivo Judicial do Estado de Puebla, México, para o lançamento do projeto de preservação digital do arquivo Fondo Real de Cholula. Foto: Revista el Arca de Noé, 26 de junho de 2018.

Essas checksums já acompanham todas as entregas de arquivos oriundos de locais de projetos e ajudam a equipe da LLILAS Benson a identificar imediatamente arquivos corrompidos ou faltando. As checksums aceleram o trabalho de processamento e preservação da LLILAS Benson, permitindo publicar os arquivos online e preservá-los a longo prazo com mais facilidade. O fluxograma de checksums também incentiva cada entidade parceira a incluir verificações de fixidez em qualquer projeto de digitalização a ser empreendido no futuro contribuindo, assim, para a própria capacidade de preservação digital de cada entidade.

Digital Preservation and the Alexander Architectural Archives

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In honor of World Digital Preservation Day, members of the University of Texas Libraries’ Digital Preservation team have written a series of blog posts to highlight preservation activities at UT Austin, and to explain why the stakes are so high in our ever-changing digital and technological landscape. This post is part two in a series of five. Read part one.

By KATIE PIERCE MEYER, PhD, Head of Architectural Collections, Alexander Architectural Archives | @kpiercemeyer @UT_APL

Architectural archives are confronting challenges associated with collecting born-digital records, as computer-aided design and building information modeling has become standard in architecture, design, planning, and historic preservation. The resulting digital design records complicate long-term preservation in archival repositories, as many of these are created using a variety of (often proprietary) software programs.

A sample CD from the Volz & Associates, Inc. collection. Born-digital archiving requires preservation two ways: retention of the original media and capture of the data for long-term storage.

Over the past few years, the Alexander Architectural Archives took its first steps toward processing born-digital media from a collection donated by a historic preservation architecture firm. The Alexander Archives has approached this effort as a learning opportunity – for students and staff – to develop digital preservation knowledge. Graduate research assistants have learned about digital archives and preservation at the UT School of Information and apply their new skills, working with staff at the Alexander Architectural Archives and UT Libraries’ Digital Stewardship unit to develop preservation plans, recover data from legacy media, create preservation images to be vaulted to tape, and draft public access workflows.

Abbie Norris, digital archives Graduate Research Assistant at the Alexander Architectural Archives, processes 813 floppy disks, CDs, zip disks, and flash drives, imaging the disks, capturing metadata like disk size and file types, and recording everything for documentation in the finding aid.

Read more about these efforts and the learning process from the perspective of one of the GRAs at the Alexander Architectural Archives.

Archivos de Arquitectura Alexander

Traducido por Jennifer Isasi

Para el Día Mundial de la Preservación Digital, los miembros del equipo de Preservación Digital de las Bibliotecas de la Universidad de Texas han escrito una serie de entradas de blog que hacen destacar las actividades de preservación en la universidad, y para enfatizar la importancia de la preservación en un presente de cambio tecnológico constante. Este texto es el segundo en una serie de cinco. Lea el primer texto.

Los nuevos registros digitales están representan un desafío para su recopilación por parte de los archivos de arquitectura al haberse convertido el diseño y modelado de construcción por computadora en el estándar en arquitectura, diseño, planificación y preservación histórica. Los registros de diseño digital complican la preservación a largo plazo en los repositorios del archivo puesto que son creados con diferentes programas informáticos, muchas veces patentado.

Disquetes 3.5” de la colección Volz & Associates, Inc.

En los últimos años, los Archivos de Arquitectura Alexander (Alexander Architectural Archives) dieron sus primeros pasos hacia el procesamiento de medios de origen digital de una colección donada por una firma de arquitectura de conservación del patrimonio histórico. Los Archivos Alexander han abordado este esfuerzo como una oportunidad de aprendizaje para el desarrollo de conocimiento de preservación digital, tanto para estudiantes como para su personal. Los asistentes de investigación graduados que han aprendido sobre archivos digitales y preservación en la Escuela de Información de UT aplican sus nuevas habilidades trabajando con el personal de la unidad de Administración Digital de Archivos de Arquitectura Alexander y las Bibliotecas de UT para desarrollar planes de preservación, recuperar datos de medios analógicos y crear imágenes de preservación para ser guardadas en cinta.

Lea más (en inglés) sobre estos esfuerzos y el proceso de aprendizaje desde la perspectiva de uno de los estudiantes graduados de los Archivos de Arquitectura Alexander.

Arquivos Arquitectônicos Alexander

Traduzido por Tereza Braga

Para o Dia Mundial da Preservação Digital, os membros do equipe de Preservação Digital das Bibliotecas da Universidade de Texas escreveram uma serie de entradas de blog que enfatizam as atividades de preservação na nossa universidad, para explicar a importancia da preservação no contexto de um presente de tecnología em fluxo constante. Este texto é o primeiro numa série de cinco. Ler o primer texto.

A área de arquivística arquitetônica vem enfrentando diversos desafios ao congregar registros criados em mídia digital (“born-digital records”) nesta era em que o design por computador e a modelagem de dados para construção já se tornaram padrões nos setores de arquitetura, projeto, planejamento e preservação histórica. Os registros digitais resultantes desses processos complicam a preservação a longo prazo em repositórios arquivísticos, pois muitos desses registros são criados por programas de software diferenciados que frequentemente são proprietários. 

Battle Hall é o sede da Escola de Arquitectura e dos Arquivos Alexander. Foi desenhado por Cass Gilbert no estilo Beaux Arts.

Há alguns anos, o Alexander Architectural Archives tomou os primeiros passos para o processamento de mídias criadas digitalmente, utilizando uma coleção doada por uma firma de arquitetura de preservação histórica. A abordagem escolhida foi encarar esse trabalho como uma oportunidade valiosa, oferecida não só a alunos mas também a equipes profissionais, de desenvolver conhecimentos sobre preservação digital. Foi criada uma equipe de GRAs (assistentes de pesquisa de pós-graduação), que aprenderam tudo sobre arquivística e preservação digital na Escola de Informação da UT e agora aplicam suas novas competências trabalhando com os profissionais do Alexander Architectural Archives e da unidade de Gestão Digital da UT Libraries para criar planos de preservação, recuperar dados contidos em mídias antigas, criar imagens de preservação para depósito eletrônico em fita, e elaborar fluxogramas para o acesso pelo público.

Aprenda mais (em inglês) sobre esse trabalho e veja como foi o processo de aprendizado da equipe, ouvindo a perspectiva de um dos GRAs atuando no Alexander Architectural Archives. 

Reflections from World Digital Preservation Day: Introduction

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In honor of World Digital Preservation Day, members of the University of Texas Libraries’ Digital Preservation team have written a series of blog posts to highlight preservation activities at UT Austin, and to explain why the stakes are so high in our ever-changing digital and technological landscape. This post is part one in a series of five.

Introduction to Digital Preservation

BY DAVID BLISS, Digital Processing Archivist, LLILAS Benson Latin American Studies and Collections; ASHLEY ADAIR, Head of Preservation and Digital Stewardship University of Texas Libraries

In recent decades, the archival field has been transformed by the rise of digital historical records. As computers of all kinds have worked their way into many areas of our professional and personal lives, collections of documents donated to archives in order to preserve individual and institutional histories have come to comprise both traditional paper records and those created using these computers. Digital records can be scans of paper or other objects, born-digital files comparable to paper records, such as Word or text documents, or entirely new kinds of objects, such as video games. Archivists are committed to preserving digital records, just like physical ones, for future generations to use and study. Digital preservation refers to the full range of work involved in ensuring digital files remain accessible and readable in the face of changing hardware and software.

A box of floppy disks, part of an archival collection held by UT Libraries

Unlike traditional physical media like paper, which can typically be kept readable for decades or centuries with proper housing and ambient conditions, digital files can be lost without periodic, active intervention on the part of archivists: legacy file formats can become unreadable on modern computers; hard drives and optical media can break or degrade over time; and power outages can cause network storage to fail. Digital archivists take steps to prevent and prepare for these contingencies.

There is no one perfect or even correct solution to the challenge of preserving digital files, so each institution may use different tools, standards, and hardware to carry out the work. Typically, however, digital preservation involves choosing suitable file formats, maintaining storage media and infrastructure, and organizing and describing digital objects in a standardized way that ensures future archivists and users can understand and access what has been preserved.

Cassette tapes to be digitized, containing recordings relevant to indigenous languages

Digital preservation represents a significant effort that cannot be carried out by a single person or group. At the University of Texas Libraries, dissemination of digital preservation knowledge and skills is a crucial part of digital preservation practice. Training and pedagogy spread digital preservation expertise within the organization and out to researchers and partners, allowing the Libraries to preserve an ever-growing amount of valuable data.

Introducción a la preservación digital

Para el Día Mundial de la Preservación Digital, los miembros del equipo de Preservación Digital de las Bibliotecas de la Universidad de Texas han escrito una serie de entradas de blog que hacen destacar las actividades de preservación en la universidad, y para enfatizar la importancia de la preservación en un presente de cambio tecnológico constante. Este texto es el primero en una serie de cinco.

Traducido por Jennifer Isasi, Postdoctoral Fellow in Data Curation in Latin American and Latina/o Studies

En décadas recientes, el ámbito de los archivo se ha visto transformado con el aumento de los registros históricos digitales. A medida que las computadoras de todo tipo han pasado a formar parte de muchas áreas de nuestra vida profesional y personal, las colecciones de documentos donados a los archivos para preservar historias individuales e institucionales ahora presentan tanto los registros en papel tradicionales como los creados con computadoras. Los registros digitales pueden ser copias escaneadas de papel u otros objetos, archivos digitales nativos similares a los registros en papel, como documentos de Word o texto, o tipos de objetos completamente nuevos, como los videojuegos. Los archivistas están comprometidos a preservar los registros digitales, al igual que los físicos, para que las generaciones futuras los utilicen y estudien. Así, la preservación digital se refiere a la gama completa de trabajo involucrado en garantizar que los archivos digitales permanezcan accesibles y legibles ante el cambio de hardware y software.


Una caja de disquetes, parte de una colección de archivos de las bibliotecas de la Universidad de Texas

A diferencia de los medios físicos tradicionales como el papel, que por lo general pueden ser preservados por décadas o siglos en condiciones de guardado adecuadas, los archivos digitales pueden perderse sin la intervención periódica y activa por parte de los archivistas: las computadoras modernas no pueden leer algunos de los formatos de archivo más antiguos, los discos duros o los medios ópticos se pueden romper o degradar con el tiempo y los cortes de luz pueden causar fallos en el almacenamiento en la red. Los archivistas digitales toman medidas para prevenir o prepararse para este tipo de imprevistos.

No hay una solución perfecta ni correcta para el desafío de preservar archivos digitales, por lo que cada institución puede utilizar diferentes herramientas, estándares y equipos para este trabajo. Por lo general, no obstante, la preservación digital implica elegir formatos de archivo adecuados, mantener medios de almacenaje y su infraestructura así como asegurar la organización y la descripción de los objetos digitales de una manera estandarizada que garantice que los futuros archivistas y usuarios puedan comprender y acceder al material preservado.

Fitas cassette que contienen grabaciones relacionadas con los lenguajes indígenas, y que serán digitalizadas

El trabajo y esfuerzo necesarios para la preservación digital no puede ser realizado por una sola persona o grupo. En el conjunto de bibliotecas de la Universidad de Texas, la difusión del conocimiento sobre preservación digital es una parte crucial de la práctica de preservación. Mediante esfuerzos de capacitación y pedagógicos tanto dentro de la organización como entre investigadores y colaboradores, estas bibliotecas están logrando preservar una cantidad cada vez mayor de datos relevantes.

Introdução à preservação digital

Traduzido por Tereza Braga

Para o Dia Mundial da Preservação Digital, os membros do equipe de Preservação Digital das Bibliotecas da Universidade de Texas escreveram uma serie de entradas de blog que enfatizam as atividades de preservação na nossa universidad, para explicar a importancia da preservação no contexto de um presente de tecnología em fluxo constante. Este texto é o primeiro numa série de cinco.

O advento dos registros históricos digitais causou uma completa transformação do setor arquivístico nas últimas décadas. Computadores de todos os tipos estão cada vez mais presentes em cada vez mais aspectos da vida profissional e pessoal. Essa mudança também afeta as coleções de documentos que são doadas a instituições arquivísticas com o intuito de preservar histórias individuais e institucionais. Hoje em dia, uma coleção pode reunir tanto registros tradicionais em papel quanto registros criados por esses diversos computadores. O que chamamos de registro digital pode ser uma simples página ou objeto que tenha sido escaneado ou qualquer arquivo que já tenha nascido em forma digital e que seja comparável com um registro em papel como, por exemplo, um texto regidido em Word. Registro digital pode também significar uma coisa inteiramente nova como um videogame, por exemplo. Arquivistas são profissionais que se dedicam a preservar registros digitais para utilização e estudo por futuras gerações, como já é feito com os registros físicos. A preservação digital pode incluir  uma ampla variedade de tarefas, todas com o objetivo comum de fazer com que um arquivo digital se mantenha acessível e legível mesmo com as frequentes mudanças na área de hardware e software.


Uma caixa de disquetes, parte de uma coleção de arquivos mantida pelas bibliotecas da Universidade de Texas

Um arquivo digital é diferente do arquivo em papel ou outros meios físicos tradicionais, que geralmente pode ser mantido legível por muitas décadas ou mesmo séculos, se armazenado em invólucro adequado e sob as devidas condições ambientais. Um arquivo digital pode se perder para sempre se não houver uma intervenção periódica e ativa por parte de um arquivista. Certos arquivos em formatos mais antigos podem se tornar ilegíveis em computadores modernos. Discos rígidos e mídia ótica podem quebrar ou estragar com o tempo. Cortes de energia podem causar panes em sistemas de armazenagem em rede. O arquivista digital é o profissional que sabe tomar medidas tanto de prevenção quanto de preparação para essas e outras contingências.

Não existe solução perfeita, ou sequer correta, para o desafio que é preservar um arquivo digital. Diferentes instituições utilizam diferentes ferramentas, normas e hardware. De maneira geral, no entanto, as seguintes tarefas devem ser realizadas: escolher o formato de arquivo adequado; providenciar e manter uma mídia e infra-estrutura de armazenagem; e organizar e descrever os objetos digitais de uma maneira que seja padronizada e que permita a futuros arquivistas e usuários entender e acessar o que foi preservado.

Fitas cassette com conteúdo relacionado às idiomas indígenas, que serão digitalizadas

A preservação digital é um empreendimento importante que não pode ser executado por apenas um indivíduo ou grupo. Na UT Libraries, a disseminação de conhecimentos e competências de preservação digital é uma parte essencial dessa prática. Temos cursos de capacitação e pedagogia para disseminar essa especialização em preservação digital para toda a organização e também para pesquisadores e parceiros externos. É esse trabalho que capacita a Libraries a preservar um grande volume de dados valiosos que não pára de crescer.