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Digital Preservation and the Alexander Architectural Archives

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In honor of World Digital Preservation Day, members of the University of Texas Libraries’ Digital Preservation team have written a series of blog posts to highlight preservation activities at UT Austin, and to explain why the stakes are so high in our ever-changing digital and technological landscape. This post is part two in a series of five. Read part one.

By KATIE PIERCE MEYER, PhD, Head of Architectural Collections, Alexander Architectural Archives | @kpiercemeyer @UT_APL

Architectural archives are confronting challenges associated with collecting born-digital records, as computer-aided design and building information modeling has become standard in architecture, design, planning, and historic preservation. The resulting digital design records complicate long-term preservation in archival repositories, as many of these are created using a variety of (often proprietary) software programs.

A sample CD from the Volz & Associates, Inc. collection. Born-digital archiving requires preservation two ways: retention of the original media and capture of the data for long-term storage.

Over the past few years, the Alexander Architectural Archives took its first steps toward processing born-digital media from a collection donated by a historic preservation architecture firm. The Alexander Archives has approached this effort as a learning opportunity – for students and staff – to develop digital preservation knowledge. Graduate research assistants have learned about digital archives and preservation at the UT School of Information and apply their new skills, working with staff at the Alexander Architectural Archives and UT Libraries’ Digital Stewardship unit to develop preservation plans, recover data from legacy media, create preservation images to be vaulted to tape, and draft public access workflows.

Abbie Norris, digital archives Graduate Research Assistant at the Alexander Architectural Archives, processes 813 floppy disks, CDs, zip disks, and flash drives, imaging the disks, capturing metadata like disk size and file types, and recording everything for documentation in the finding aid.

Read more about these efforts and the learning process from the perspective of one of the GRAs at the Alexander Architectural Archives.

Archivos de Arquitectura Alexander

Traducido por Jennifer Isasi

Para el Día Mundial de la Preservación Digital, los miembros del equipo de Preservación Digital de las Bibliotecas de la Universidad de Texas han escrito una serie de entradas de blog que hacen destacar las actividades de preservación en la universidad, y para enfatizar la importancia de la preservación en un presente de cambio tecnológico constante. Este texto es el segundo en una serie de cinco. Lea el primer texto.

Los nuevos registros digitales están representan un desafío para su recopilación por parte de los archivos de arquitectura al haberse convertido el diseño y modelado de construcción por computadora en el estándar en arquitectura, diseño, planificación y preservación histórica. Los registros de diseño digital complican la preservación a largo plazo en los repositorios del archivo puesto que son creados con diferentes programas informáticos, muchas veces patentado.

Disquetes 3.5” de la colección Volz & Associates, Inc.

En los últimos años, los Archivos de Arquitectura Alexander (Alexander Architectural Archives) dieron sus primeros pasos hacia el procesamiento de medios de origen digital de una colección donada por una firma de arquitectura de conservación del patrimonio histórico. Los Archivos Alexander han abordado este esfuerzo como una oportunidad de aprendizaje para el desarrollo de conocimiento de preservación digital, tanto para estudiantes como para su personal. Los asistentes de investigación graduados que han aprendido sobre archivos digitales y preservación en la Escuela de Información de UT aplican sus nuevas habilidades trabajando con el personal de la unidad de Administración Digital de Archivos de Arquitectura Alexander y las Bibliotecas de UT para desarrollar planes de preservación, recuperar datos de medios analógicos y crear imágenes de preservación para ser guardadas en cinta.

Lea más (en inglés) sobre estos esfuerzos y el proceso de aprendizaje desde la perspectiva de uno de los estudiantes graduados de los Archivos de Arquitectura Alexander.

Arquivos Arquitectônicos Alexander

Traduzido por Tereza Braga

Para o Dia Mundial da Preservação Digital, os membros do equipe de Preservação Digital das Bibliotecas da Universidade de Texas escreveram uma serie de entradas de blog que enfatizam as atividades de preservação na nossa universidad, para explicar a importancia da preservação no contexto de um presente de tecnología em fluxo constante. Este texto é o primeiro numa série de cinco. Ler o primer texto.

A área de arquivística arquitetônica vem enfrentando diversos desafios ao congregar registros criados em mídia digital (“born-digital records”) nesta era em que o design por computador e a modelagem de dados para construção já se tornaram padrões nos setores de arquitetura, projeto, planejamento e preservação histórica. Os registros digitais resultantes desses processos complicam a preservação a longo prazo em repositórios arquivísticos, pois muitos desses registros são criados por programas de software diferenciados que frequentemente são proprietários. 

Battle Hall é o sede da Escola de Arquitectura e dos Arquivos Alexander. Foi desenhado por Cass Gilbert no estilo Beaux Arts.

Há alguns anos, o Alexander Architectural Archives tomou os primeiros passos para o processamento de mídias criadas digitalmente, utilizando uma coleção doada por uma firma de arquitetura de preservação histórica. A abordagem escolhida foi encarar esse trabalho como uma oportunidade valiosa, oferecida não só a alunos mas também a equipes profissionais, de desenvolver conhecimentos sobre preservação digital. Foi criada uma equipe de GRAs (assistentes de pesquisa de pós-graduação), que aprenderam tudo sobre arquivística e preservação digital na Escola de Informação da UT e agora aplicam suas novas competências trabalhando com os profissionais do Alexander Architectural Archives e da unidade de Gestão Digital da UT Libraries para criar planos de preservação, recuperar dados contidos em mídias antigas, criar imagens de preservação para depósito eletrônico em fita, e elaborar fluxogramas para o acesso pelo público.

Aprenda mais (em inglês) sobre esse trabalho e veja como foi o processo de aprendizado da equipe, ouvindo a perspectiva de um dos GRAs atuando no Alexander Architectural Archives.